Campanha presidencial de Flávio Bolsonaro em 2026

A campanha presidencial de Flávio Bolsonaro em 2026 foi oficializada pelo Partido Liberal (PL) em julho de 2026, consolidando-o como herdeiro do espectro conservador, após sua trajetória como ex-deputado estadual e senador. Sua candidatura enfrentou desde o início a preferência de aliados por Tarcísio de Freitas e o fantasma do "caso das rachadinhas", que, embora arquivado pela Justiça, continuou sendo explorado por adversários políticos. Em 24 de junho de 2026, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro expôs um conflito familiar ao afirmar que foi humilhada pelo candidato em uma ligação, revelando divisões internas no bolsonarismo. A campanha também lutou para fechar alianças e definir um vice, além de gerar polêmica com declarações sobre a segurança das urnas eletrônicas, que renderam críticas de autoridades eleitorais. Apesar das crises, Flávio obteve apoio público do pai, ex-presidente Jair Bolsonaro, e de lideranças internacionais como Javier Milei e Benjamin Netanyahu, destacando-se como um nome polarizador na disputa ao Palácio do Planalto.